Quinta-feira, 31 de Julho de 2008
GNV não deixa de poluir meio ambiente
Sexta-feira, 18 de Julho de 2008
Unidade lotérica incentiva o Tubarão

O gerente da lotérica Londrisorte ressalta que além do bilhete ter o Londrina Esporte Clube como time do coração, as apostas têm que ser registradas em um dos terminais da lotérica para concorrer aos prêmios.
Torcida sempre fiel
Segundo levantamento feito pela Caixa Econômica Federal, o Londrina Esporte Clube está entre os melhores colocados em números de apostas na Timemania (loteria da Caixa). No vigésimo concurso da loteria realizado neste último domingo (13), o Tubarão teve 11.269 apostas selecionadas no Time do Coração. Com isso, o LEC fica em 25º colocado.
Ranking e arrecadação
Atualmente existem quatro grupos que recebem os 22% da arrecadação da loteria da Caixa destinados aos clubes de futebol. O LEC está no grupo 3. O quarto grupo encaixa clubes que não estão nas cartelas da Timemania. De acordo com o diretor comercial do Tubarão, Reinaldo Furlan, o clube recebe por mês o valor aproximado de R$8 mil. Entretanto, existe uma previsão de que em janeiro de 2010 haja mudanças nos critérios de colocação dos clubes. “Em janeiro de 2010 o ranking passa a ser número de apostas”, diz Furlan. Os grupos seriam extintos e levará em conta o número de apostas na Timemania. Os 20 mais apostados receberiam aproximadamente R$ 140 mil ao mês. Se o critério de apostas estivesse válido hoje, o Tubarão estaria no segundo grupo, sendo hoje na 25º colocação e receberia o valor aproximado de R$ 40 mil.
Torcedor afirma que futebol londrinense tem futuro
A ajuda ao Tubarão tem justificativa. Gleison Zanin só perde um jogo do Tubarão por forças maiores. Pare ele, a cidade de Londrina sempre foi forte em futebol. Mas ressalta que falta investimentos. “O que falta é investimento. Londrina sempre foi forte em futebol”, declara Zanin. Ainda na opinião dele, o comércio londrinense precisa investir mais no futebol da região. “O comércio não tem visão do futuro”, afirma o torcedor. Zanin ainda ressalta que quando o LEC vence três partidas consecutivas, aproximadamente 10 mil torcedores vão ao estádio. “ O estádio VGD fica pequeno”, finaliza o torcedor. Por isso, aos amantes do futebol local, os empresários londrinenses precisam investir no esporte.
Quarta-feira, 16 de Julho de 2008
Inflação atinge mercado mundial
A inflação não ameaça apenas a estabilidde da economia brasileira. Os Estados Unidos da América, o país mais rico do mundo, também sofre deste mal. A taxa de inflação norte-americana registrou no mês passado a maior aceleração em 26 anos, impulsionada por custos de energia. O índice de preços ao consumidor de junho subiu 1,1%, a maior elevação desde 1982.
A inflação dos EUA aumentou devido a uma instabilidade de preços do setor enérgico, que ficaram 6,6% mais caros em junho em conseqüência do aumento da gasolina, do gás natural e de gás para aquecimento.
Como se não bastasse, 15 países europeus registraram alta da inflação. De acordo com o relatório do Eurostat, o escritório europeu de estatísticas, em junho a inflação subiu 4%, acelerando a alta que foi de 3,7% em maio. O Banco Central Europeu teve que tentar intervir e subiu de 4% para 4,25% as taxas básicas da área do euro.
Como se pode notar, o mal inflacionário está influente em quase todo o mundo. O Brasil conteve a inflação após a criação da moeda Real. Mas a inflação quer voltar. De acordo com as informações da Agência Brasil, três produtos agropecuários comercializados no atacado foram os principais responsáveis pela alta de 2% na inflação brasileira medida pelo Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), em julho, conforme divulgou hoje (16) a Fundação Getulio Vargas (FGV).
O economista da FGV, Salomão Quadros, salienta que “os grãos subiram por problemas climáticos no exterior [chuvas nos Estados Unidos], mas que afetam as cotações no Brasil. E os bovinos, pela falta de animal para abate, um fenômeno que acontecia e foi intensificado”.
Uma das medidas a serem adotadas pelo governo federal é oferecer incentivos aos produtores rurais para aumetar a produção de alimentos no país. Cabe ao consumidor brasileiro verificar as promoções.
Exemplo de economia.
Em Londrina (PR), um dos estabelecimentos que vendem grãos por atacado, até o dia 16 de julho, o custo do quilo da soja custa R$2,99. Em um supermercado da cidade, o custo do pacote de soja embalado custa entre R$ 3,99 a R$4,10.
No primeiro caso, onde se vende por atacado, os grãos são comprados diretos do produtor rural e é um produto considerado não industrializado. Ou seja, o produto não é embalado e não partiu da indústria. No segundo caso, no supermercado, o preço é relativamente maior porque o mesmo produto foi selecionado, ensacado e transportado pela empresa que a produziu. Esta empresa, que comprou a soja do produtor, teve custos de produção, como as embalagens dos produtos, pagamento de funcionário e outros gastos empresariais.
O consumidor tem que estar atento com a alta da inflação. Caso contrário, o poder de compra do brasileiro enfraquece.
Reproduzido pela Brasil Wili - http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=6180
Fonte de pesquisa: BBC, Agência Brasil, Londrix
Terça-feira, 15 de Julho de 2008
Tubarão tem forte torcida
Ranking e arrecadação
Torcedor afirma que futebol londrinense tem futuro
Gleison Zanin só perde um jogo do Tubarão por forças maiores. Pare ele, a cidade de Londrina sempre foi forte em futebol. Mas ressalta que há falta administração e investimentos. "O que falta é administração. Londrina sempre foi forte em futebol", declara Zanin. Ainda na opinião dele, o comércio londrinense precisa investir mais no futebol da região. "O comércio não tem visão do futuro", afirma o torcedor. Zanin ainda ressalta que quando o LEC vence três partidas consecutivas, aproximadamente 10 mil torcedores vão ao estádio. " O estádio VGD fica pequeno", diz Zanin.
Domingo, 13 de Julho de 2008
Eleitorado londrinense pode esquecer crise política em plenas eleições
Sexta-feira, 11 de Julho de 2008
Diploma para ser jornalista é dar qualidade de informação
isabelc@stf.gob.br
Ministro Cezar Peluso - Vice-Presidente
macpeluso@stf.gov.br
piazzi@stf.gov.br
Ministro Marco Aurélio
mmarco@stf.gov.br
marcosp@stf.gov.br
Ministra Ellen Gracie
ellengracie@stf.gov.br
angelotabet@stf.gov.br
Ministro Carlos Britto
gabcarlosbritto@stf.gov.br
beatriz@stf.gov.br
Ministro Joaquim Barbosa
mjbarbosa@stf.gov.br
alexandram@stf.gov.br
Ministro Ricardo Lewandowski
gabinete-lewandowski@stf.gov.br
Ministra Cármen Lúcia
clarocha@stf.gov.br
eduardost@stf.gov.br
Ministro Menezes Direito
Chefe de Gabinete: Ana Maria Alvarenga Mamede Neves: gabmdireito@stf.gov.br
Quinta-feira, 10 de Julho de 2008
Entidades querem intensificar lei 9840
Desde o início deste ano os eleitores brasileiros percebem por meio de propagandas em rádio e TV, além de movimentos de mobilização para recolher assinaturas para impedir que candidatos corruptos possam se candidatar novamente para as próximas eleições. Trata-se de um anteprojeto de lei de iniciativa popular que defende o combate à corrupção eleitoral. Chamada de lei 9.840, o movimento é coordenado pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) juntamente com a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Outras 34 enntidades também coordenam a iniciativa em todo o país. Terça-feira, 8 de Julho de 2008
Falta de recursos sufocam projetos comunitários
Alunos de graduação em jornalismo pela Universidade Norte do Paraná (UNOPAR) criaram no ano passado um projeto comunitário vinculado a uma emissora de rádio comunitária em Londrina. Entrava no ar no dia 18 de agosto de 2007 a primeira edição do programa Espaço Dinâmico, exibido semanalmente todos os sábados na rádio Dinâmica FM, sintonia 87,9.
Um grupo de cinco alunos, através da disciplina de jornalismo comunitário, resolveu elaborar uma proposta de programa informativo com um único foco: a região oeste da cidade de Londrina. As reportagens tinham como tema apenas onde a transmissão da emissora comunitária atingia.
Entretanto, por quase um ano de projeto, com o programa no ar, muitas dificuldades foram enfrentadas para que o programa se mantivesse funcionando e que a emissora não saísse do ar.
O primeiro desafio foi a cobrança protocolada no início desse ano pelo Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). De acordo com Guto Clemente, presidente da associação de moradores jardim Santa Rita e responsável pela emissora comunitária, a dívida era de R$ 6 mil.
Em matéria publicada no Web Jornal Comtexto, o presidente da Associação de Moradores do Jardim Santa Rita e responsável pela emissora, a cobrança é reivindicada desde que a emissora entrou no ar, em fevereiro de 2005. Até hoje, segundo ele, a emissora não conseguiu levantar recursos.
O que mais se questiona em torno das cobranças nas emissoras comunitárias é que, como mesmo nome sugere, não têm fins lucrativos. O único recurso proveniente é para a manutenção de uma rádio comunitária. Mas segundo o gerente do Ecad no Paraná, Maurício Fernando Brotto, afirma que não importa o intuito de lucro ou não, “o que importa nesse caso é a execução pública dessa música, a utilização dela”. O responsável pela emissora comunitária disse que as medidas necessárias já foram tomadas junto a um advogado, baseadas em dados de outras ações judiciais em outros estados do país para recorrer da cobrança.
Até então, a emissora não foi lacrada pela falta de pagamento ao Ecad.
O primeiro desafio foi vencido. A batalha foi conquistada, mas ainda havia uma guerra. A falta de recursos.
Sem ter fins lucrativos, não significa que não seja necessário levantar recursos. A emissora tem gastos, como aluguel, telefone e luz. Os organizadores do programa Espaço Dinâmico, Bruno Bana, Bruno Carraro, Ciro Campos, Fernando Satoru e Paulo Sebin também têm gastos próprios. Para manter o programa no ar sem perder a qualidade, nunca houve recursos externos. A locomoção era pago do próprio bolso dos alunos. Dois deles, Bana e Satoru eram de Arapongas e vinham excepcionalmente para exibir o programa aos sábados.
Supostamente o projeto perdeu a guerra. De acordo com o responsável da rádio, a emissora não tem mais recursos para se manter. Clemente diz que os recursos vinham da Prefeitura de Londrina e da Sercomtel, mas que devido a ano eleitoral, os recursos foram cortados. A rádio Dinâmica FM vai manter a programação gravada, mas sem programas ao vivo.
Essa foi a notícia recebida pelo grupo responsável pelo projeto.
Tais projetos são sufocados pela falta de apoio. As emissoras comunitárias são sufocadas pela falta de atenção do governo.
Último ato
Foi ao ar a última edição do programa Espaço Dinâmico no dia 05 de julho deste ano. O término do projeto foi com a exibição do 2º concurso de poesias proposto pelo programa. Todos os colégios da região oeste foram convidados a participar. As autoras das melhores poesias tiveram as obras exibidas no programa. Foram elas: Beatriz Gaiguer da Cruz, 3º Série, da Escola Maria Tereza Meleiro Amâncio. Ludiane Mariana, 6º série, do Colégio Estadual São José e Jenifer dos Santos, 8 série, também do colégio São José.
A professora de língua portuguesa do colégio São José, Ivonete Aparecida Santos Costa, concedeu entrevista para falar sobre o concurso de poesias na região oeste e diz que projetos como esses mostram que alunos da região são capazes de fazer boas poesias. “Os alunos têm a oportunidade de ver várias modalidades de texto. Eles saem da narração e descrição para vêem que são capazes de fazer poesias também”, afirma Ivonete.
A mobilização para produzir as poesias foi intensa. A professora afirma que foram feitas oficinas dentro do colégio para que os alunos escrevessem as poesias. “Foram feitas oficinas. Primeiro levei livros de poesias para eles lerem o que mais gostavam. Depois fizeram uma seleção do que se interessavam mais. Depois damos o tema para que fizessem as poesias e aí buscaram a estrutura para fazerem as poesias deles”. A professora ainda explica que com os livros de poesias os alunos tinham em mãos vários estilos e formas de texto. Baseadas nelas que as poesias forma feitas entre os estudantes.
O fato de saberem que as obras literárias podem ser transmitidas numa rádio faz com que os alunos escrevam com mais atenção, pois assim sabem que outras pessoas irão ouvir os textos feitos pelos alunos. “Eles prestam muito mais atenção porque sabem que outras pessoas vão ouvir”, conclui Ivonete.
Houve muito interesse por parte dos estudantes em fazer as poesias e têm prazer de ouvi-las na emissora da comunidade.
Segunda-feira, 7 de Julho de 2008
As fronteiras entre ensino público e privado
Na verdade, é um processo seletivo. Analisemos do princípio que o governo tenta melhorar o acesso às universidades, através de cotas, para quem estudou somente em escolas públicas. Ou seja, para alunos que sempre estudaram na rede pública de ensino é necessário cotas para ingressar nas universidades que são públicas.
Apenas com esse fenômeno é possível perceber que há uma desigualdade educacional no País. Primeiramente, o Brasil não necessita investir mais em educação, mas o problema está na forma com que o governo gasta os recursos destinados ao setor educacional. Se faz necessário fiscalizar mais como os recursos são destinados. A rede privada não sofre de falta de dinheiro e investimentos no setor. Já o Estado implica em faltar e distribuir recursos erroneamente. Está mais preocupado com a quantidade do que a qualidade.
Discute-se muito mais em números de vagas, cotas e contratações de professores do que analisar a qualidade das aulas, das qualificações profissionais dos educadores. A qualidade do ensino privado é relativamente melhor do que o ensino público, desde ensino básico, fundamental e médio, até o ensino superior. Resultados obtidos em 2007 pelo ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) mostram que as instituições públicas obtiveram média de 49,20 na prova objetiva, enquanto os de escolas particulares fecharam a pontuação em 68,04. O fenômeno se repete em relação a anos anteriores. Em 2006, por exemplo, o desempenho registrado por alunos de escola pública foi de 34,94 e o de privada, 51,23. A balança está desproporcional. Alunos que cursaram o ensino médio e fundamental na rede privada estão relativamente mais preparados dos que os freqüentaram o ensino público.
O que ocorre, então, é uma dificuldade cada vez mais freqüente de estudantes carentes se ingressarem nas universidades. Ainda há muitos jovens fora da escola. Em 2007 foi realizada uma pesquisa do IBGE em que mais da metade dos jovens brasileiros de 15 a 24 anos não estariam estudando, isto é, 17,5 milhões de jovens sem estudar. Algumas soluções não muito viáveis foram propostas por especialistas para tentar resolver a falta de qualidade do ensino brasileiro.
Para Eduardo Andrade, graduado em Economia pela Universidade de Chicago, professor do Ibmec São Paulo e um dos autores do livro Economia do Setor Público no Brasil, o governo deveria pensar seriamente em cobrar mensalidades daqueles alunos que são aceitos nas universidades públicas, com a ressalva de que os alunos que passam no vestibular e que não tenham condições de pagar as mensalidades recebam bolsa de estudo e até mesmo apoio financeiro.Com o curso concluído, este bolsista paga parte da bolsa recebida de volta para o governo no momento em que for pagar o seu imposto de renda. Para justificar tal linha de raciocínio, cita a Austrália como exemplo, onde os salários dos bolsistas após formados são superiores a média nacional daquele país. Mas talvez ele não tenha percebido que as vertentes econômicas do Brasil são relativamente opostas às dos australianos. São realidades diferentes. Cabe ao Estado brasileiro oferecer estudo de qualidade a todos os cidadãos. O que precisa ser feito é aumentar as vagas nas universidades e construir outras unidades de ensino sem deixar de lado investimentos e análises qualitativas do ensino.
O mais importante de todos: a corrupção e desvio de dinheiro público ainda são os principais fatores que prejudicam o investimento na educação em todas as esferas. Seria injusto para a sociedade brasileira, da classe mais baixa, pagar futuramente pela educação que teve e pela profissão que escolheu.
Quarta-feira, 2 de Julho de 2008
Capitalismo pode impedir cura da AIDS
Algumas matérias foram publicadas nos principais jornais do Brasil e do mundo e exibidas nos telejornais sobre supostas descobertas que possam a levar a cura total da AIDS, provocada por um vírus que tem a capacidade de mutação em pouco tempo, conhecido como HIV. Notícias como essas alegram tanto portadores do vírus quanto toda a humanidade - afinal, é uma doença que todos temem e as crianças e jovens de hoje já aprendem o tamanho problema que a doença causa tanto no organismo humano quanto em âmbito social. O problema é que tais matérias são publicadas e exibidas por no máximo dois dias e não aparecem mais fatos relacionados sobre novidades da AIDS.
Há argumentos de que não aparecem mais fatos que induzam a imprensa divulgar mais detalhes sobre determinadas pesquisas. No início deste ano, por exemplo, foi divulgado em uma reportagem da revista científica britânica, a Nature, que cientistas do Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos descobriram que uma proteína pode ser o “ponto fraco” do vírus HIV, chamado pela ciência de proteína gp120. Ela é responsável por encobrir o vírus e não sofre mutações constantes. A sua função é ligar o vírus com a célula e infectá-la.
O mais importante é que, segundo exames, a proteína é vulnerável as ações de defesa do organismo humano, o sistema imunológico. Em nota, cientistas afirmam que “quando uma pessoa é infectada pelo HIV, a gp120 se liga a uma outra proteína, a CD4, existente nas células humanas de defesa. Essa ligação permite que o vírus contamine e destrua o sistema imunológico. Os pesquisadores acreditavam que a gp 120 ficava escondida até o momento de se ligar à CD4.
Porém, o novo estudo não só conseguiu identificar a gp 120 antes do ataque como também descobriu que ela é vulnerável”. As esperanças são que com esta descoberta possa ser produzida uma vacina que estimule a produção de anticorpos e que destrua o vírus HIV através deste suposto ponto fraco descoberto. De acordo com divulgações feita no dia 29 de junho deste ano, da agência de notícias EFE, cientistas da Alemanha descobriram como “extrair os genes do vírus HIV de células humanas doentes, com a ajuda de uma "tesoura molecular", e assim obter a sua cura”. A revista científica Science publicou um artigo do médico e professor Joachim Hauber, em que declara “conseguir tirar o vírus das células”. “A ‘tesoura molecular’ utiliza uma enzima para extrair o vírus da célula doente. É um avanço revolucionário na luta contra a doença, já que não se limita a deter a atividade viral, mas elimina o HIV e consegue a cura das células doentes”, explica Haumber. Apenas alardes - O ponto fraco e a descoberta de retirar o vírus das células são as principais matérias publicadas, ainda assim de forma tímida.
Outras matérias já foram feitas relacionadas a descobertas de fatos que possam conduzir a cura da AIDS, mas que infelizmente não mais se ouve falar, não se lê nos jornais nem revistas. Isso por causa da corrida farmacêutica em busca de descobertas que alvoroçam o mercado e “consumidores”. A importância parece não ser para a salvação da humanidade, mas uma corrida capitalista nas bases das esperanças que alimentam milhões de infectados pelo mundo.
